Página Web



Mesa de Bar: Sexo no primeiro encontro


Uma semana se passou e as meninas do "Mesa de Bar" estão de volta para darem as suas opiniões sobre um novo assunto. O tema dessa semana é:

Sexo no primeiro encontro!

Vamos lá ver o que cada uma tem a dizer sobre o assunto...






Vish... Esse sim é um assunto complicado! Para ser bem clara e objetiva - afinal eu ODEIO enrolar e/ou encher linguiça em meus discursos – eu ainda não tenho uma opinião totalmente formada sobre o assunto. Uma parte de mim ainda é conservadora e, infelizmente, machista. Essa parte acredita que “o que vem fácil, vai fácil”. Além disso, essa mesma parte, pensa que o modo como agimos reflete diretamente no modo de como as pessoas agem com a gente. Esse, talvez seja o lado mais vintage da minha existência. Pensando única e exclusivamente por esse lado, acharia um absurdo uma pessoa transar no primeiro encontro, com uma pessoa que nunca viu na vida. Sexo é intimo. E não tem como você ter intimidade com uma pessoa que você conheceu ontem, ou hoje.

Por outro lado, a outra metade do meu corpo pensa diferente: “ora, se você quer transar, transe!”, minha mente diz. Você é dona do seu corpo, da sua sexualidade e do seu prazer. Ninguém tem o direito de interferir nisso. A mulher não tem que ser reprimida; ela pode fazer o que quiser, onde quiser, quando quiser e com quem acha conveniente. Sem julgamentos! Afinal, quem sou eu pra julgar alguém?! Essa parte mais revolucionária do meu ser, acredita que uma mulher que transa no primeiro encontro não pode e nem deve ser mal vista pela sociedade. Para essa parte, a teoria da “chave e fechadura” (crer que uma chave que abre todas as portas é uma chave mestra, mas uma fechadura que é aberta facilmente não vale nada), cai por terra. São duas vertentes opostas, mas que, de alguma forma – e eu me envergonho disso – fazem sentido. A dica que eu posso dar pra quem pensa em fazer isso, não pode ser outra: se for fazer, faça! Mas assuma as consequências, independentes de quais forem.

Beijinhos amores :**







Excepcionalmente nesse tema (ou não), vou me permitir começar o raciocínio pela conclusão: sexo no primeiro encontro é igual a tomar sorvete, escrever um livro ou adotar uma tartaruga. Deu vontade? Pois faça.

Agora, os argumentos, que na verdade são elementos, combinados quase que numa receita de bolo. Vou chamá-lo de "O bolo da felicidade". Funciona assim, ó: junte todo o seu livre arbítrio, que é a concessão universal do direito-de-fazer-o-que-quiser de cada ser humano (respeitando, claro, os limites do outro), acrescente uma dose de discernimento para avaliar com clareza e consciência cada situação e finalize com a vontade que surgir na hora (aquela que dá e não passa, não, senhor). Com isso, você tem em mãos a maturidade necessária pra exercer sua leveza, bancar suas escolhas, priorizar a si mesmo(a) em vez de julgamentos e concepções alheias e agir da forma que melhor lhe soar em primeiros, segundos, terceiros ou quartos encontros. (:







Quando você conhece uma pessoa, já pensa que em alguma hora vai ter que encarar a pergunta: quando é o momento certo para fazer sexo? Não existe certo ou errado, o que existe são momentos certos, e se esse momento for no primeiro encontro não tem problema. Cada um tem pra si mesmo o que acha melhor e correto de se fazer. Porém, o correto pode ser diferente para cada pessoa. Independente se a sociedade fala que sexo no primeiro encontro nunca vai se transformar em um relacionamento duradouro (que coisa mais antiga de se dizer), a grande questão do sexo é que ele só vai acontecer se você quiser e quando você quiser. 
Fazer sexo no primeiro encontro não vai te transformar em uma pessoa ruim, assim como fazer sexo namorando não vai te fazer uma santa. Se relacionar com uma pessoa, mesmo que seja em um prazo curto, tem como base escolhas, sentimentos e confiança, não tem nada a ver com os questionamentos morais. Na maior parte do tempo eu imagino que se relacionar com alguém é como subir uma escada, um passo de cada vez, acontece que em algumas escadas você sente que precisa dar passos rápidos e em outras, passos lentos.






Um tabu que acontece mais do que muita gente pensa... Realmente fazer isso já se tornou normal, mas falar sobre isso ainda não tem nem um terço dessa normalidade. De acordo com os meus princípios, não acho certo transar no primeiro encontro. Mas isso não me dá o direito de julgar quem acha certo e o faz. Em minha opinião, isso desvaloriza demais a mulher, acho que no primeiro encontro podem-se fazer outras coisas ao invés de sexo. 
   
O primeiro encontro é uma ótima oportunidade pra se conhecerem melhor, conversarem, e aí sim marcarem o segundo encontro, e assim por diante... Mesmo que não se queira algo sério, não vejo a necessidade de pular etapas e partir pros finalmentes. Transar no primeiro encontro oferece dois riscos: ou o cara se apaixona de vez por você, ou ele simplesmente perde o encanto. Eu acredito que a segunda opção seja mais comum, então se eu puder dar um conselho, espere, vá devagar, aos poucos, oportunidades de aproveitar o sexo não vão faltar se o cara realmente se interessar por você. Mas se você achar certo e suas experiências positivas forem maiores do que as negativas, siga em frente! Também não acho justo uma pessoa se privar das suas vontades com medo do que outras pessoas podem achar. Boa sorte! ;) 


Nesta semana as meninas brilharam mais uma vez, ver essas opiniões diferentes sobre um mesmo assunto é muito legal. Nos faz refletir né?!

Semana que vem elas voltam com um novo tema. 

Até lá ;)




Postar um comentário