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Deixo nas mãos do destino!


Depois de tantas decepções, porradas na cara e chacoalhões na vida amorosa, não seria surpreendente alguém me escutar dizendo, "eu desisti". Mas eu não, eu não desisti, eu apenas parei de me importar, aprendi a abstrair, aprendi a respirar fundo, olhar pra frente e acreditar que muitas coisas boas ainda estão por vir.

Se eu fosse aqui, nesse texto, contar como foram as decepções e frustrações amorosas que já tive, talvez eu precisasse de um livro ao invés de apenas um texto. Mas eu não sofro por isso mais não, porque depois que a tempestade passa, eu coloco a cabeça no lugar, preparo o meu chá de hortelã e sento na minha varanda para olhar pro céu e absorver com clareza qual foi o aprendizado daquela situação.

Se teve uma coisa que eu aprendi nessa vida é a importância do bem estar, a importância de mim mesmo, a importância da cabeça boa, a importância da maturidade, e, principalmente, a importância da verdade. Ah, a verdade...grande virtude.

Eu poderia continuar me importando com cada decepção, estar arrancando os cabelos com cada uma delas, ou choramingando pelos cantos e me fazendo de vítima. Mas não, eu assumo a situação, se eu cheguei até aqui é porque sabia o risco de tudo, e me joguei mesmo, porque a gente nunca pode ter medo de experimentar, e, nunca, podemos ter medo do novo.

A partir de agora, eu deixo nas mãos do destino, ele sabe muito bem o que faz, me ensina coisa pra caramba todo dia e é extremamente sábio. Faça suas coisas, acredite no destino e viva levemente. As coisas fluem, a cabeça abstrai e a mente agradece.

Como diria o saudoso Paulo Leminski:

não discuto
com o destino
o que pintar
eu assino




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